A maior especialista em equipamentos de videocirurgia no Brasil

Locação VS Compra de Equipamentos Hospitalares: Qual Faz Mais Sentido em 2026?

Planejar 2026 no setor hospitalar exige decisões que vão além da assistência. É preciso pensar em sustentabilidade financeira, previsibilidade orçamentária e eficiência operacional. Dentro desse contexto, uma pergunta se torna cada vez mais estratégica: é melhor comprar ou locar equipamentos hospitalares?

A resposta depende da realidade de cada instituição, mas o cenário brasileiro ajuda a tornar essa análise mais clara.

O cenário para 2026: pressão de custos e busca por eficiência

Os hospitais brasileiros convivem com aumento contínuo de custos operacionais. Segundo a Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde), os custos hospitalares acumulam crescimento acima da inflação geral em diversos períodos recentes, pressionando especialmente hospitais privados e filantrópicos.

Além disso, o Observatório ANAHP, relatório anual da Associação Nacional de Hospitais Privados, aponta que sustentabilidade financeira e eficiência operacional estão entre as principais prioridades estratégicas das instituições hospitalares no Brasil.

Nesse ambiente, decisões que envolvem imobilização de capital precisam ser analisadas com ainda mais critério. O BNDES, em estudos sobre estrutura de capital no setor de saúde, reforça que a alocação de recursos em ativos fixos pode impactar diretamente a capacidade de investimento em expansão, inovação e melhoria assistencial.

Ao mesmo tempo, a tecnologia em videocirurgia evolui rapidamente. Sistemas Full HD, 4K e recursos avançados de imagem exigem atualização constante. O desafio é manter o padrão tecnológico sem comprometer o fluxo de caixa.

Quando a compra faz sentido

A compra pode ser adequada para hospitais com capital disponível, planejamento tecnológico consolidado e estrutura interna robusta de manutenção.

A aquisição transforma o equipamento em ativo patrimonial, mas exige alto investimento inicial e responsabilidade integral por manutenção preventiva, inspeções periódicas e eventuais substituições.

É importante considerar que equipamentos hospitalares demandam controle técnico constante. Estudos e diretrizes nacionais sobre engenharia clínica reforçam que falhas de manutenção impactam diretamente a segurança assistencial e os custos operacionais.

Nesse cenário, a compra exige não apenas capital, mas estrutura técnica e planejamento de longo prazo.

Por que a locação ganha espaço

A locação tem se consolidado como alternativa estratégica por oferecer previsibilidade financeira. Em vez de um grande desembolso inicial, a instituição passa a trabalhar com custo mensal definido, preservando capital para outras áreas estratégicas.

Esse modelo conversa diretamente com a necessidade de controle financeiro apontada por entidades como o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), que destaca a importância da gestão rigorosa de despesas fixas e variáveis para a sustentabilidade do setor.

Além do aspecto financeiro, existe o fator operacional. Interrupções na rotina do centro cirúrgico geram impacto direto em produtividade, receita e reputação institucional. Estudos publicados em periódicos como o Annals of Surgery mostram que atrasos e interrupções no fluxo cirúrgico elevam custos e reduzem eficiência das salas operatórias.

Quando a locação inclui manutenção contínua e suporte estruturado, ela reduz o risco de paralisação e contribui para a continuidade cirúrgica, fator crítico em hospitais com agenda cheia.

A decisão estratégica para 2026

A escolha entre compra e locação deve considerar quatro fatores principais:

  • Capacidade de investimento atual
  • Estratégia de crescimento
  • Necessidade de atualização tecnológica
  • Estrutura interna de manutenção

Hospitais em expansão, com foco em aumento de volume cirúrgico e preservação de caixa, tendem a encontrar na locação um modelo mais alinhado ao planejamento moderno de gestão hospitalar. Já instituições com caixa disponível e baixa necessidade de atualização podem optar pela compra como estratégia patrimonial.

O erro está em decidir por hábito, sem análise estratégica.

A locação sob a perspectiva da continuidade cirúrgica

Quando bem estruturada, a locação permite manter tecnologia atualizada, suporte técnico ativo e contratos alinhados ao planejamento financeiro da instituição, sem imobilizar recursos que poderiam ser direcionados para expansão assistencial.

A Confiance Medical oferece uma solução de locação pensada para a realidade dos hospitais brasileiros. Os projetos são personalizados e contemplam sistemas completos de videocirurgia, manutenção preventiva contínua e suporte técnico com SLA definido.

SLA, ou Acordo de Nível de Serviço, é o compromisso formal de prazo para atendimento em caso de necessidade técnica. No modelo da Confiance, isso significa reposição de equipamento de backup em até 24 horas nas capitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Ceará, e em até 48 horas mais frete para os demais locais do Brasil.

Além disso, os contratos podem ser ajustados para 12, 24 ou 36 meses, permitindo alinhamento ao planejamento financeiro e operacional da instituição.

O foco não é apenas fornecer equipamentos, mas garantir continuidade cirúrgica com previsibilidade.

Conclusão

Em 2026, decidir entre compra e locação é decidir sobre estratégia financeira e operacional. O setor hospitalar brasileiro exige eficiência, sustentabilidade e capacidade de adaptação tecnológica.

Avaliar cuidadosamente o modelo ideal pode significar mais cirurgias realizadas, melhor gestão de caixa e menor risco operacional.

Se você ainda não analisou a locação como alternativa estratégica, talvez seja o momento de conversar com quem entende da realidade hospitalar brasileira e avaliar qual modelo faz mais sentido para sua instituição.

#PorUmMundoSemCicatriz